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Gavião - Bratislava I

Posted by Luana on 11:11
Eu queria contar nossa aventura no leste europeu cronologicamente, mas como eu acho que não vou ter tempo de contar tudo, vou começar pelas coisas mais legais (na minha opinião, of-course-my-hourse!).

No domingo de Pascoa nos fomos até um castelo medieval... Ele fica no meio do nada e é muito bonito. 

Tudo bem que para chegar lá pegamos um ônibus maluco, cheio de locais que não falavam uma palavra em inglês (ou qualquer língua entendível) e paramos no meio do NADA. Foi um dia divertido.

O castelo, como eu disse, era bem bonito... Muita coisa foi preservada, moveis, roupas, louças... Eu gosto de ver esse tipo de coisa... Agora, o mais legal do dia foi ter feito carinho em um gavião (vai Corinthians!! haha)

Sério, entrando no castelo vimos várias pessoas com gaviões, corujas... Eu não sei o que estava acontecendo, só sei que um dos rapazes estava deixando as pessoas fazerem carinho no gavião que ele estava segurando (apoiando? sei la)... Tai a foto para provar (esse eh o meu braco... haha). 

Voce pode pensar "nossa, que nojo!", ou então achar o mesmo que o Maridon "eu não vou passar a mão nesse bicho, vai que ele tem pulga?", ou então não ver a menor graça em encostar num bichinho desses; mas eu adoro bichinhos... Acho que gosto mais de bichinhos do que de gente (em geral). E esse gavião era lindo demais! As garras dele poderiam provavelmente arrancar minha mão fora, ou o bico enorme faria o serviço (exagero mode on), mas eu não pensei nisso não...
Foi legal. Period

A palavra em Flemish do dia eh Havik = gavião

Atualizando, o castelo chama-se Červený Kameň (e eu não faco a menor ideia de como se fala isso)

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Piada de matemático/físico ou "Finite Simple Group (of Order Two)"

Posted by Luana on 21:04 in
Coloquei links das coisas relacionadas com matemática ou fisica (não tem mais o que fazer, Luana?)




Finite Simple Group (of Order Two)
The path of love is never smooth
But mine’s continuous for you
You’re the upper bound in the chains of my heart
You’re my Axiom of Choice, you know it’s true
But lately our relation’s not so well-defined
And I just can’t function without you
I’ll prove my proposition and I’m sure you’ll find
We’re a finite simple group of order two
I’m losing my identity
I’m getting tensor every day
And without loss of generality
I will assume that you feel the same way
Since every time I see you, you just quotient out
The faithful image that I map into
But when we’re one-to-one you’ll see what I’m about
‘Cause we’re a finite simple group of order two
Our equivalence was stable,
A principal love bundle sitting deep inside
But then you drove a wedge between our two-forms
Now everything is so complexified
When we first met, we simply connected
My heart was open but too dense
Our system was already directed
To have a finite limit, in some sense
I’m living in the kernel of a rank-one map
From my domain, its image looks so blue,
‘Cause all I see are zeroes, it’s a cruel trap
But we’re a finite simple group of order two
I’m not the smoothest operator in my class,
But we’re a mirror pair, me and you,
So let’s apply forgetful functors to the past
And be a finite simple group, a finite simple group,
Let’s be a finite simple group of order two
(Oughter: "Why not three?")
I’ve proved my proposition now, as you can see,
So let’s both be associative and free
And by corollary, this shows you and I to be
Purely inseparable. Q. E. D.

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